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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

UM DIA VOU ENCONTRÁ-LA

Ainda não sei quem vai caminhar comigo pela vida de mãos dadas, ainda a procuro. Não tenho um padrão pré definido mas no fundo, no fundo todo mundo tem uma pequena lista de exigências ( não divulgável ), comigo não poderia ser diferente. Não sei quando vou encontrá-la definitivamente, mas sei que um dia vai rolar. Sei de algumas coisas que quero fazer quando encontrá-la, e isso ao longo da vida. Quero fazer cada dia com ela novo. Não dá pra extinguir rotina, muitas coisas serão, mas que essa seja cumprida com prazer em ser compartilhada com alguém que realmente vale a pena. Valer acordar todos os dias, olhar para o lado e pensar... ( É ELA com certeza, mesmo que as coisas não estejam a mil maravilhas)Valer almoçar , jantar, com ela todos os dias, porquê um sorriso dela te enche de satisfação. Valer ficar acordado e -la dormir , admirando cada detalhe do rosto e do corpo pensar, Ela é tudo o que eu preciso. Valer abraçá-la e beijá-la todos os dias, pois é Ela a mulher que te faz passar um dia pensando e desejando esse beijo e esse abraço.Valer deseja-la em todo o tempo porquê te satisfaz completamente. Desejar que sejam as únicas mãos a tocar seu corpo ,a única boca que te beija, o único corpo a despertar o seu. Valer andar na praia de mãos dadas no fim de tarde e ter a noção que não é só mais um passeio como outros tantos, mas é mais uma oportunidade de se apreciar o mar, a areia da praia e um belo por do sol.Valer viajar, e saber que ela aprecia tanto quanto você lugares novos, e que a beleza está em detalhes, e pode ser encontrada onde ninguém a vê. Valer não fazer nada, simplesmente aproveitar o tempo juntos: Cinema , tv, uma boa caminhada, ouvir música, ler, ou mesmo parar pra observar o mistério no fundo dos olhos de cada um e tentar entender as palavras ditas nesse silêncio.Um dia vou encontrá-la, calmamente ela vai sorrir pra mim, e passo a passo começaremos o projeto de nossas vidas... chegar ao final dela e dizer que tudo que fizemos valeu a pena.

Deibith Brito in TEORIA DO AMOR QUE NÃO CHEGA. ( PADRÃO E DINÂMICA DOS RELACIONAMENTOS)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Dom Pedro I foi da maçonaria por pouco mais de dois meses; lá fez pouco política e muito estrago

Cercado de lendas, o início da história da maçonaria no Brasil permanece um campo nebuloso. A começar pela exaltação à figura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, mártir da Conjuração Mineira de 1789. Muitos maçons não têm dúvida de que o herói pertenceu à organização. Não existem, porém, provas documentais nem da filiação de Tiradentes nem da existência de lojas maçônicas funcionando regularmente no Brasil do século XVIII.

O que existe são fortes indícios de que havia indivíduos nascidos no Brasil que entraram na maçonaria quando estavam na Europa, sobretudo em Portugal. Comprovadamente, porém, a primeira loja maçônica passou a funcionar no Brasil em 1801, no Rio de Janeiro, e foi chamada Reunião, de acordo com testemunho de José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838). Teria sido fundada por um misterioso “cavalheiro Laurent”, vindo da França para esse fim.

Registra-se em 1809 a criação de um Grande Oriente ou Governo Supremo, em Salvador (BA), agrupando lojas maçônicas cariocas, baianas e pernambucanas. Do mesmo modo, existiram várias agremiações maçônicas no movimento separatista e republicano que eclodiu, em 1817, na forma de luta armada em Pernambuco. Alagoas, Paraíba e Ceará. Mas não havia em nenhuma dessas agremiações ligações explícitas com um projeto de independência de todo o território brasileiro.

É somente em 24 de junho de 1822 que surge o Grande Oriente do Brasil(GOB), no Rio de Janeiro, cujo primeiro grão-mestre foi José Bonifácio. É exagero afirmar que a independência brasileira foi obra da maçonaria.É preciso reconhecer, porém que a agremiação foi um importante espaço de aglutinação política de setores das elites que permitiu a separação de Portugal, ao lado de outros espaços, indivíduos e grupos não maçônicos. Por exemplo, foram enviados emissários maçons para articular a adesão de outras províncias à independência.

Já a passagem do imperador D. Pedro I (1798-1834) pela maçonaria foi meteórica e fulminante. Durou pouco mais de dois meses, ao fim dos quais o monarca proibiu as atividades da fraternidade no país e mandou prender vários dos que chamava de “irmãos”.

Essa história é curiosa. Em 2 de agosto de 1822, D. Pedro foi acolhido no grau mais elementar, como iniciante. Na sessão seguinte, três dias depois, foi elevado a mestre. E a 4 de outubro atingiu o grau máximo na hierarquia da Perfeição Universal, chegando a grão-mestre do GOB. Ficou nessa posição apenas 17 dias, quando usando seu apelido maçônico (Guatimozim, em homenagem ao “imperador” asteca), interditou os trabalhos da agremiação que o ajudara a chegar ao poder e proclamar a independência.

fonte: revista História Viva. por Marco Morel.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

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QUEM ESTOU? ONDE SOU?

Dizem por aí que o tempo é o senhor da razão. Desde quando? O que é razão? Tudo precisa ser regido pelo tempo e pela razão? Diriam os racionalistas, as coisas são ininteligíveis sem ela. Mas o que são coisas? Somente o que eu posso tocar? qual é então o lugar das emoções? Se a emoção eu não posso tocar, eu não posso compreendê-la pela razão. Mas quem foi que disse que eu preciso ter razão em tudo? Ainda falta definir o que é razão. Quanto ao tempo, ah o tempo, esse dizem também que é inimigo da perfeição. O que é a perfeição? Me falaram sempre que ninguém é perfeito, se não há alguém perfeito como vou conhecê-la. Bom, perfeição então é como o sentimento, que não é uma coisa e não pode ser apreendido literalmente pela mente humana. Mas eu falava do tempo. Esse que esburaca a alma do ser humano, reduzindo-o a seu escravo. Engraçado como corremos contra o tempo, buscando a perfeição em tudo, e empregamos nossos sentimentos para isso. E onde está a tal razão nisto tudo?
Se tudo o que o homem faz para concretizar sua felicidade é abstracto. E agora o que é felicidade? Disseram-me que só posso conhecê-la com o tempo. Mas logo o tempo? Lembro-me de alguns momentos felizes que eu vivia, e tive que dar um stop brusco, por causa do tempo que não me permitia continuar sendo feliz. Ahhh tempo bandido. Acho que no fim das contas quem tem RAZÃO é minha vózinha que sempre me dizia. Menino, para de ficar aí parado pensando besteira, você tá gastando seu tempo concentrando sua emoções no que já passou. Minha avó quase sempre tinha razão, mas o tempo a levou de mim. Ai meu DEUS, pára tudo, alguém chame um filósofo para me ajudar que pra mim já deu. De razão, de tempo eu não entendo. Mas já que minhas emoções não são coisas, vou usá-las pra tentar alcançar a tal felicidade que também é abstracta e sei também que será imperfeita. Será que eu tenho RAZÃO?

O tempo a Razão e a minha Vózinha